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22 fevereiro 2011

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Mães são mais felizes quando as crianças têm 6 meses de idade

Estudo norueguês afirma, ainda, que há um declínio na satisfação da mulher com a vida quando as crianças têm 3 anos. Confira:
 Que ter um filho é uma felicidade indescritível ninguém discute. Mas confesse: você já parou para pensar que em alguns momentos essa satisfação é enorme e em outros tudo parece mais difícil? Um estudo norueguês revelou que as mães são mais felizes quando os seus filhos têm 6 meses do que quando chegam aos 3 anos.

Para esse resultado, os cientistas analisaram as respostas de questionários de 60 mil grávidas, sendo que a pesquisa foi feita na 19a e 30a semana de gestação e quando as crianças tinham 6 meses e 3 anos. O estudo mostrou, ainda, que a satisfação da mulher com a vida de uma maneira geral está totalmente ligada à do relacionamento. Ou seja: apesar de haver um declínio da satisfação da mulher entre essas faixas etárias do filho, a relação com o companheiro durante a gestação têm papel fundamental na felicidade da mãe três anos e cinco meses após o nascimento do filho.

É fato que aos 6 meses, a mãe e o filho já estão bem mais entrosados do que nos primeiros dias e a mulher está mais relaxada e adaptada à novidade. Com o passar do tempo, no entanto, e quando a criança está com 3 anos, como no estudo, ela entra naquela fase em que testa os pais, os seus limites e até onde podem – ou não - ir com a birra, transformando alguns momentos do dia a dia um tanto mais tensos. Mas seriam menos prazerosos? Você concorda?
por: Ana Paula Pontes/http://revistacrescer.globo.com/Revista/












02 fevereiro 2011

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Verão, época de cuidados...

Saiba por que seus pais se preocupam tanto em protegê-lo do Sol!

A estação mais esperada pela garotada já chegou: o verão, tempo de sol e férias escolares. Nesse período, muitas crianças gostam de ir à praia ou à piscina brincar com amigos. Resultado: a pele fica vermelha como um pimentão e dias depois começa a descascar. Já aconteceu com você? A chegada do verão traz também a velha preocupação dos pais em proteger os filhos dos efeitos do Sol. Eles cismam, por exemplo, em limitar as brincadeiras à sombra dos guardas-sóis, em passar o protetor solar várias vezes e até em colocar uma camiseta. Pode parecer chato, mas você já parou para pensar nos motivos de toda essa preocupação? Por que se fala tanto nisso no verão?


A exposição exagerada e sem cuidados ao Sol é prejudicial à saúde e pode causar sérios problemas ao organismo. Queimaduras, envelhecimento rápido da pele, lesão nos olhos, desidratação, sardas e mesmo doenças mais graves, como o câncer da pele, são alguns exemplos. Isso ocorre porque, com a redução da camada de ozônio, os raios ultravioleta irradiados pelo Sol, atingem a Terra com maior intensidade. Esses raios, chamados UVA e UVB, podem ser nocivos à saúde. O câncer da pele é provocado por eles, que penetram em diferentes camadas da pele e provocam alterações nas células, que passam a se multiplicar de forma acelerada e desordenada. Se não for descoberta a tempo, a doença pode oferecer risco de vida.

Mas você não precisa deixar de se expor ao Sol. A exposição excessiva faz mal, mas por outro lado, a dosagem certa é uma aliada da nossa saúde. O Sol tem, por exemplo, a importante função de fixar a vitamina D em nosso organismo ou o cálcio nos ossos, para deixá-los mais fortes. Os médicos recomendam que se evite pegar sol no período das 10h às 16h, quando os raios ultravioleta são mais intensos.

É importante usar regularmente o protetor solar, com fator de proteção (FPS) indicado para a sua pele. O protetor deve ser aplicado em casa 30 minutos antes da exposição ao Sol, sempre que sair da água e a cada duas horas de exposição contínua. Também é preciso ficar na sombra, usar chapéus e óculos de sol. Mas atenção! Ficar sob um guarda-sol é importante, mas não suficiente para se proteger, pois a radiação solar é refletida pela água, areia e concreto. E saiba que esses cuidados devem ser tomados durante o ano todo, pois os raios UVA e UVB continuam intensos mesmo no inverno ou em dias nublados.

Proteger-se desde criança é fundamental para manter a saúde da pele. Estima-se que, até os 18 anos, a pessoa tem um tempo de exposição solar maior que no restante da vida. E os efeitos da radiação dos raios UVA e UVB são cumulativos, ou seja, os danos causados à pele podem aparecer só muitos anos depois. Portanto, bronzear-se aos poucos é mais saudável, natural, bonito - e duradouro. Curta o sol de forma inteligente e aproveite o verão!
Cristina Souto
Instituto Ciência Hoje/RJ.








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Cata vento com molde

Faça um belo cata vento de 5 ou 4 pétalas para decorar seu jardim, casa ou festa de aniversário. Veja o molde e faça junto com as crianças esse artesanato divertido de verão, utilizando papel decorado.
Você poderá forrar com tecido um dos lados do papel quie fará o cata vento, que fica bem bonito.Usar papel decorado, tecido ou contact.
Molde do cata vento de 4 pétalas

Imprima o molde e depois corte em um papel cartão ou cartolina colorida com 8,5 x 11 de medida. É interressante um dos lados serem diferentes, para ficar destacado como mostra a imagem.
Corte uma pequena florzinha para prender as pétalas com uma pérola ao meio.
Ótimo passa tempo para fazer em casa. Uma boa diversão e artesanato.
Molde do cata vento de 4 pétalas.
 Molde do catavento 5 pétalas


21 janeiro 2011

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Depressão infantil

Pode surgir devido mudanças importantes na vida da criança. A depressão, que antes só se diagnosticava em pessoas adultas, está cada dia mais fazendo sofrer também as crianças. Já não são somente os adultos os que se deprimem. A depressão infantil, segundo Cynthia Callahan, gerente de uma clínica de orientação infantil, em Madera, pode surgir devido mudanças impontantes e estresse, como resultado da perda dos pais, um divórcio, ou problemas familiares, etc.

Aproximadamente cerca de 5% das crianças da população sofre de depressão em algum momento. As crianças que vivem com muita tensão, que experimentaram uma perda, ou tem desordens de atenção ou de conduta, ou incapacidades na aprendizagem, ou ainda problemas de saúde mental, correm maior risco de sofrer depressão.

Meu filho tem depressão?
Com certeza, em algum momento da infância do seu filho, alguma mãe se perguntou isso. O primeiro que se deve dizer é que cada criança é única em sua forma de ser. Deve-se conhecer muito bem a criança e saber o que é realmente normal no seu comportamento.
Não há porque se apressar em tirar conclusões. Pais e professores devem estar atentos quando alguma criança apresente as seguintes características:

- está continuamente triste, chorando com mais facilidade.
- perde o interesse pelos jogos preferidos e pela escola.
- afasta-se dos seus amigos e da família.
- apresenta uma comunicação pobre.
- aborrece-se e se cansa com facilidade.
- apresenta menos energia ou concentração.
- aorna-se irritável ou demasiadamente sensível diante de pequenas frustrações, armando confusão ou birras com mais facilidade.
- a criança nota-se extremamente sensível até a rejeição e o fracasso.
- expressa baixa auto-estima, depreciando-se a eles mesmos.
- escolhe “finais tristes” para seus contos e representações.
- comporta-se de uma maneira agressiva.
- queixa-se constantemente de dores tais como de cabeça ou de estômago.
- dorme muito ou muito pouco.
- comi muito ou muito pouco.
- sofre uma regressão, falando como um bebê ou urinando-se na cama.
- fala de suicídio.
- fala de fugir de casa.

A depressão também afeta aos bebês

Com crianças de até três anos, os sinais que devem preocupar começam quando essas crianças aparecem tristes ou decaídas ainda que estejam sendo consoladas. Podem, inclusive, que se apeguem desesperadamente a quem se ocupa delas ou que deixem de comunicar-se.

A depressão nessas crianças está quase sempre conectada com a mudança ou perda da pessoa responsável pelo seu cuidado, ou quando quem lhes cuida não é capaz de responder às suas necessidades.

A depressão nos bebês se vê refletida no seu estado de ânimo; o que não quer dizer que o bebê chora porque está triste, mas porque dá a impressão de que está apática e sem nenhuma iniciativa.

Quanto aos sinais que manifesta o bebê, está a atitude de não rejeitar os braços de um desconhecido, significando que alguma coisa acontece já que o normal é que o bebê sinta angústia pela separação de sua mãe e se ponha a chorar. Outro sinal é quando a criança não sente desejos de chamar a atenção, já que nessa idade o normal é que o bebê queira atrair a atenção das pessoas que a rodeiam.

As consequências que podem ter a presença de um quadro depressivo no bebê são várias. Pode produzir certo atraso no desenvolvimento como o início de andar mais tarde que o normal, o início da fala, ter problemas com o sono, somatizações frequentes, enfermidades do tipo infecto-congagiosa devido a uma diminuição das defesas biológicas que permanecem apesar de todo cuidado, alterações na alimentação que mantém o bebê num estado de declínio.


O que se pode fazer nesses casos

Não ignore os sintomas de depressão

Dê mais atenção do que o normal ao seu filho. Brinque com ele e assim será mais fácil falar sobre seus problemas. Leia livros infantis com temas relacionados, desenhe, pinte, construa um quebra-cabeça com seu filho. Deve dedicar-lhe um momento especial e único, e assim criar um ambiente mais próximo e de confiança.

Faça perguntas ao seu filho e esteja atento às pistas

Uma criança em idade escolar primária pode chegar a dizer “sou bobo”. Não se trata simplesmente de apoiá-los dizendo-lhes que não são, pergunte-os sobre o porque pensa que é assim, se aconteceu alguma coisa na escola, etc. A criança poderá responder dizendo que tudo é uma porcaria. E então pergunte-lhe o que parece ser ruim para ele. O importante é indagar sobre o que a criança pensa. A criança necessita de atenção, do interesse da sua parte.

Estabeleça e mantenha as rotinas

A criança necessita sentir-se rodeado por uma disciplina. Sentem-se colaboradores e participantes quando se estabelece um horário para cada atividade. Eles “pedem” limites. Por exemplo: não existe nada mais quente e cheio de afeto como ler um conto antes de dormir, e ser bem agasalhado na sua caminha. Desta forma você estará dizendo à criança que os problemas não são culpa dela. Que tudo continua como antes e que ela é importante para você.

Esteja atento se a criança tem estresse

É necessário reavaliar o calendário diário de atividades da criança. Pergunte-se se seu filho não está fazendo atividades demais. Se não está sendo sobrecarregado de atividades. Pode ser que a criança sinta-se cansada e estressada.

Tranquilize seu filho

Nada melhor que mimá-los e sempre averiguar sobre sua rotina. Estar por dentro sobre o tipo de comida que mais gosta, se dorme toda noite, se necessita de novas atividades e rotinas.

Busque tratamento médico no caso em que seu filho comece a isolar-se, comportar-se mal, ou a fazer comentários negativos sobre ele mesmo. Você terá que confiar no seu instinto. Se vê que seu filho ultrapassou o limite da normalidade, busque ajuda e apoio médico. O diagnóstico precoce da depressão são essenciais para as crianças deprimidas. Comente o caso com o pediatra.
http://br.guiainfantil.com/depressao-infantil/151-depressao-infantil.html
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