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15 outubro 2016

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Meu filho não come! 11 dicas para ajudar

chave de uma alimentação saudável é entender que, calorias vazias, são vazias! Não pensa: "pelo menos assim ele come alguma coisa". Porque esse alimento só vai tirar a fome e não vai trazer vitaminas, cálcio, proteína ou qualquer outro componente que sirva para um organismo em formação. Corte definitivamente bolachas, pães brancos, etc. Abasteça-se de frutas bonitas e legumes coloridos e, vamos lá.  
  1. O primeiro passo sempre é a preparação psicológica dos pais. Esteja consciente de que seu filho vai resistir a mudanças que envolvam a troca de doces por brócolis. Isso é natural. Não se sintam culpados pois estão fazendo o bem de seus filhos. Preparem-se para não ceder às chantagens emocionais, birras e choros. Quanto menos você ceder, mais fácil e rápido será. Em geral, dois ou três dias são suficientes para que pare de haver tantas confusões. 
  2. Planeje as refeições: hoje em dia as coisas são muito corridas e ajuda muito planejar uns dois ou três dias na frente. Planeje pelo menos 5 refeições diárias para seus filhos: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Repare que são muitas refeições, principalmente se seu filho tira sonequinhas. Mas lembre-se que os lanches podem, em geral ser uma frutunha. Até para que não tire o apetite da próxima refeição.
  3. Compre tudo que você precisa. E deixe o serviço adiantado. O que puder já ser lavado, descascado, cortado, etc. Se seus filhos vão tirar um cochilo, já deixe o lachinho pronto para quando acordarem. Afinal, cozinhar com a molecada pedurada em cima da gente cheia de fome, não é fácil, certo? 
  4. Decida a refeição. Crianças não tem maturidade para escolher o que querem comer. além de gerar ansiedade nas crianças porque não sabem decidir, ainda vai causar desgaste pois escolherão algo que, provavelmente não será balanceado e saudável. E, facilite sua vida fazendo uma refeição para todas as crianças. Você pode oferecer opções como mais de um legume na refeição. Assim, se não gosta de beterrava, pode comer cenoura mas, não troque por batata frita, por exemplo. 
  5. Não se preocupe com a quantidade. nutricionistas dizem que crianças não devem ser forçadas a comer mais do que querem. O que deve ser controlado pelos pais é a qualidade. A quantidade é tarefa das crianças. Mas estimule a provar os diferentes alimentos. Você pode dizer: prove, meu amor. Se não gostar, não precisa comer. 
  6. Coloque na mesa. Nada de refeições na frente da televisão onde a criança (e os pais) nem percebem o que estão comendo. É bom que todos sentem. Sim, mamãe nada de ficar correndo entre a mesa e a cozina. Sente-se para conversar com seus filhos. 
  7. Faça o prato de seu filho, conteplanedo todas as suas necessidades nutricionais. Não faça o prato pensando que ele não vai querer comer. Sua atitude deve ser tranquila. 
  8. Deixe que ele coma o quanto quiser. Normalmente nós comemos mais do que precisamos. Crianças, não! Eles sabem o quanto devem comer. 
  9. NÃO CEDA! Se não quiser comer, tudo bem. Fica na mesa até que todos terminem e pode sair. Não perca a calma. Não deixe que repita um determinado item do prato sem terminar os demais. Se não tem fome de comer o que está no prato, não tem fome de mais nada. Não insista para que coma tudo. 
  10. O mais importante: Não dê nada entre as refeições! Se você fizer isso, seu filho (que é muito esperto), deixará de comer as saladinhas para meia depois dizer que está com fome e comer um iogurte. Se está com fome, diga-lhe que pode beber água e aguardar a hora do lanche. 
  11. Confie! Não deixe esse esquema antes de, pelo menos, três dias. Caso desista, vai ser muito mais difícil da próxima vez, pois seu filho saberá que poderá dissuadi-los. 
Por Renata Bermudez Konzen

25 outubro 2015

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10 dicas para as crianças consumirem mais frutas, legumes e verduras!

Você sabe que os pais devem estar sempre de olho em suas atitudes, pois eles são o melhor exemplo para seus filhos! Em relação aos costumes alimentares, então, esta regra vale ouro! Afinal, é durante a infância que se desenvolvem os bons hábitos alimentares e o costume de consumir frutas, verduras e legumes. O ideal é oferecer e estimular de uma forma tranquila, aos poucos, desde pequenininha, para que, ao crescer, a criança não estranhe seu sabor nem sua textura. Confira as dicas!


1-    Deixe sempre à mão frutas prontas para serem consumidas, isto é, higienizadas, em lugar visível e ao alcance das mãos. Não há quem resista a um prato de frutas coloridas e saborosas!
2-    Inclua na lancheira escolar frutas e legumes fáceis de transportar e de consumir, como maçã, banana, uva, pera, goiaba, tangerina, uva-passa, cenoura ou pepino em palitinhos. Na hora que a fome apertar, em vez de um salgadinho ou um biscoito, o pequeno poderá contar com uma opção mais saudável.
3-    Incremente as refeições com frutas, legumes ou verduras. Frutas podem ser usadas para dar um toque diferente às saladas (ex.: repolho com maçã; salada verde com manga, pera ou abacaxi; salada de rúcula com laranja). Alguns legumes e verduras podem ser cozidos junto com o arroz (ex.: brócolis, agrião, cenoura), com algum tipo de carne (ex.: agrião, chuchu ou cenoura) ou acrescentados à farofa (ex.: couve, escarola, milho ou cenoura).
4-    Varie o tipo de corte e a forma de preparo das frutas, legumes e verduras para estimular seu consumo. Com a ajuda de um cortador de biscoito, corte-as em formato de coração, estrelinha, flor...
5-    Inclua sopas no dia a dia. Elas são uma opção excelente para aumentar a ingestão de legumes e verduras, além de serem de fácil preparo e econômicas. Delas ainda podemos aproveitar o que normalmente jogamos fora, como talos e cascas, deixando-as ainda mais nutritivas. E não é apenas no inverno que você pode tomar sopa, não! Há receitas frias deliciosas, como o gaspacho (uma sopa espanhola rica em vegetais picados e ralados, juntamente com uma base de purê de tomate) e avichyssoise (sopa de origem francesa, feita à base de alho-poró, cebola, batata e caldo de galinha).
6-    Substitua sobremesas e doces por uma refrescante salada de frutas. Use-as ainda no preparo de mousses, gelatinas...
7-    Troque bolos recheados e com cobertura por bolos de frutas e legumes (exemplos: laranja, banana, maçã, cenoura, abóbora e mamão).
8-    Prepare sacolés (picolés congelados em saquinhos) de frutas naturais. Suco de morango, manga ou maracujá são opções deliciosas!
9-    Troque o refrigerante por suco de fruta natural.
10- Experimente novos sabores de sucos e deixe a criança participar do momento de preparo: melancia ou maçã com gotas de limão; laranja com maracujá; laranja com acerola; maracujá com gengibre; mamão com laranja; abacaxi com hortelã; manga com laranja. Para realçar o sabor doce do suco, adicione gotas de limão.
http://www.sadia.com.br/vida-saudavel/25_saude+nota+10/

03 dezembro 2011

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O lanche escolar ideal para seu filho

Nutricionistas explicam o que não pode faltar na lancheira da criança – e quais são os produtos pouco indicados nas prateleiras
Lanche Indicado



Lanche não Indicado


Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma dieta saudável passa por cinco pontos: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece fácil, mas estes hábitos devem ser desenvolvidos desde a infância – de preferência, começando pelo que seu filho leva na lancheira.

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos, para fornecer energia; uma porção de lácteos, que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação.Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitos desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo.

É claro que a maioria das crianças prefere abrir a lancheira e encontrar batatinhas fritas, chocolate e refrigerante. Já os pais gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco. Para equilibrar essa equação, a nutricionista e consultora Cynthia Striebel, que há 14 anos desenvolve um projeto de educação alimentar escolar em Porto Alegre, sugere a negociação. “Seu filho quer levar algo não muito nutritivo? Eventualmente, isso não é um problema. Negocie com ele um dia da semana para este lanche e, nos outros dias, as frutas, cereais e o leite”, exemplifica.

Rosana Perim concorda. “Não precisa proibir o chocolate. Basta saber equilibrar”, diz ela. Outra dica é incluir as crianças no processo de comprar e preparar o lanche. Vale levá-las ao mercado ou à feira, explicar porque você escolhe aqueles alimentos e como aquilo vai fazer bem a elas.

Opções industrializadas

Nem todas as mães têm o tempo necessário para assar um bolinho integral ou preparar um suco natural para o lanche do filho antes de sair de casa pela manhã. Por isso, não se desespere se tiver de recorrer aos industrializados. Hoje, os supermercados oferecem opções razoavelmente saudáveis, basta saber escolhê-las.
No caso dos biscoitos, procure aqueles com as menores quantidades de gordura e de açúcar possíveis. Bolinhos com recheio e cobertura devem ser evitados, pois geralmente contêm gordura trans – vale observar também na tabela nutricional do alimento o índice de gordura vegetal hidrogenada; quanto mais elevado, pior.
 Escolha os sucos de caixinha sem adição de açúcar e lembre-se que achocolatados não são leite, são uma composição feita com soro de leite: prefira aqueles com menos sódio e menos açúcar e garanta que a criança beba leite de verdade em algum outro momento do dia.

Conservação

Não adianta ficar atenta para um cardápio equilibrado se ele não estiver bem conservado na hora do sinal. Lancheiras térmicas garantem conservação por duas a quatro horas, segundo fabricantes. Mesmo assim, é melhor evitar patês e embutidos que necessitem de refrigeração maior.

Cynthia dá uma dica final: colocar a caixinha de suco ou a garrafinha de água congelada na lancheira é uma opção para garantir um resfriamento extra. E não se esqueça de fiscalizar os cuidados do seu filho com o lanche. Se o que ele não consome pela manhã vira petisco para depois da aula de inglês, no fim da tarde, não há lancheira que aguente.
Clarissa Passos, iG São Paulo

 

 
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12 alimentos essenciais para seu filho

As nutricionistas Fernanda e Patrícia Faria, da Duo Nutri, elaboraram uma lista de alimentos e seus respectivos benefícios às crianças


Alface: A lactucina está no talo da planta e tem propriedade calmante e folato. A falta dele pode levar a depressão, confusão mental e cansaço.

Aveia: Tem altos níveis de triptofano, auxiliar do bom humor, e doses de selênio e vitamina B6, aliados no combate à ansiedade e depressão.

Arroz: Aumenta a síntese da serotonina, por ser fonte de carboidratos, e minimiza sintomas da depressão e da ansiedade. O arroz integral é melhor, por conter mais fibras e vitaminas.

Banana: Diminui a ansiedade e ajuda a garantir um sono tranquilo, por ser fonte de carboidratos, potássio, magnésio e biotina. A banana também possui vitamina B6, fundamental para o funcionamento do sistema nervoso central.

Carne vermelha: Boa fonte de niacina e de ferro. A falta da niacina pode causar sintomas de depressão. A do ferro deixa a criança apática, fraca e com dificuldade de concentração.

Castanha: Rica em triptofano e magnésio. Juntas, as substâncias auxiliam a produção de serotonina, neurotransmissor ligado ao bom humor.
Ovo: A gema é rica em colina, nutriente importante para a produção de acetilcolina, neurotransmissor atuante na formação e manutenção da memória. Além disso, proporciona sensação de bem-estar.

Espinafre: Contém ácido fólico, magnésio e vitaminas do complexo B capazes de ajudar a prevenir a depressão.

Grão de bico: Contém grande quantidade do aminoácido triptofano, que ajuda na produção de serotonina.

Laranja: Rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B, a laranja ajuda o sistema nervoso a funcionar adequadamente e previne o cansaço e o desânimo.
Leite e derivados: Contém vitaminas do complexo B, capazes de prevenir quadros de depressão.

Peixes: Fontes de ômega 3, vitamina B6, selênio e magnésio, importantes para prevenir ansiedade e depressão em crianças.
Renata Losso, especial para o iG São Paulo



 

11 abril 2011

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Alimentação

Bento, as marmitas de origem japonesa, chegaram por aqui

Como deixar a lancheira mais apetitosa, nutritiva e divertida? É exatamente essa a ideia do bento (fala-se bentô), uma espécie de marmita inventada no Japão e que já tem muitos adeptos no Ocidente. Na prática, os alimentos são cortados e montados de forma criativa e temática. A fórmula foi adotada por muitas mães mundo afora para convencer os pequenos a se deliciarem com brócolis, cenoura e rabanete na hora do lanche. As mães que seguiram as dicas de preparo do bento dizem que as crianças amam e se deliciam com cada um dos legumes. Descubra, a seguir, como montar uma dessas marmitas.

1. Versão ocidental

Por ter surgido no Oriente, os bentos tradicionais são feitos principalmente com arroz, carne, conserva ou legumes cozidos. Você pode abrasileirar seu bento usando ingredientes do dia a dia, como legumes crus (cenoura, pepino) e frutas frescas (carambola, manga, morango). O que vale aqui é a criatividade, que, no caso do bento, se traduz na maneira como você apresenta esses alimentos à criança. Tudo deve ser pequeno o suficiente para que ela pegue com as mãos e deve ter um formato lúdico. Só tome cuidado para não exagerar nas quantidades. Lembre-se de que o objetivo é transformar a comida diária em um motivo de diversão.
2. Lancheiras próprias

Já é possível encontrar no mercado lancheiras específicas para o bento que vêm dividas em compartimentos. Se você não tem uma dessas, improvise usando uma vasilha quadrada com tampa e arrume a comida de forma divertida. O segredo é escolher alimentos coloridos para dar um contraste. E, para evitar que a comida desmonte do caminho de casa até a escola, o ideal é preencher todos os espaços entre os alimentos. Use salada, que é leve e ajuda a decorar.

3. Cuidado com as misturas

Tome cuidado para não misturar paladares diferentes. Doce e salgado devem ficar nitidamente separados dentro do bento. Você pode decorar de acordo com um tema. Faça rostos de animais ou outras figuras com a comida. Corte frutas e vegetais em formato de estrelas, corações e outros símbolos – para isso, use moldes de fazer biscoitos.

4. Tempo e paciência

Como você deve ter percebido, o bento não é algo rápido de fazer. Por isso, reserve tempo. A pressa não combina com essa atividade. Além de melhorar a alimentação do seu filho, montar o bento é uma ótima terapia. Dica importante: deixe a comida esfriar antes de fechar o bento. Caso contrário, o vapor dos alimentos pode ensopar a comida e desmanchar os desenhos.

5. Muita cor
Na hora de montar o bento, você deve ficar atenta ao visual. “Quanto mais colorido, mais nutritivo. O ideal é sempre colocar alimentos de cores variadas, como verdes, laranjas, vermelhos e brancos”, sugere a nutricionista Daniela Jobst. Isso, claro, desde que a criança goste dos alimentos.
6. Atenção no preparo
Tome cuidado para escolher comidas que não estragam facilmente e que sejam rápidas de preparar. Pense também na praticidade na hora de seu filho comer. A nutricionista Daniela Jobst sugere alguns ingredientes: bisnaguinha integral com peito de peru, pão francês integral com geleia de morango, barrinha de cereal, bolo de cenoura com nozes, água de coco e chá de camomila.

7. Saudável desde pequeninos
Segundo a nutricionista Daniela Jobst, “o bento ajuda a melhorar o hábito alimentar das crianças, fazendo com que aprendam a comer de forma mais saudável desde cedo”. E isso, claro, tem consequências lá na frente. Um cardápio rico em frutas, legumes, verduras e pratos integrais reduz as chances de a criança se tornar um adulto obeso e desenvolver, no futuro, problemas cardiovasculares e mesmo o diabete. “A boa alimentação aumenta até mesmo a sociabilidade da criança, pois ela fica mais aberta a experimentar novos alimentos, trocar com os colegas e, com isso, fazer amigos”.

8. Dicas de quem faz
A israelense Ilil Ziv, mãe de três filhos com idades entre 1 e 5 anos, tem o costume de fazer bento para as crianças. “Eu comecei a prepará-los faz poucos meses. Minha ideia era tornar o momento da refeição mais divertido”, ela conta. Para aprender e se inspirar, Ilil corre atrás de informações na internet e chegou a criar seu próprio site. “Acho que o segredo é fazer o bento com comidas que seus filhos gostem. Uma vez ou outra, é possível tentar introduzir um alimento novo, mas sem forçar a criança a comê-lo”, explica. Ilil não faz o bento todo dia, pois é preciso tempo e paciência, ainda mais para três filhos. Mas ao menos uma vez por semana ela se dedica a isso e as crianças adoram a novidade.























 



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