Coordenação Motora
18 junho 2014
20 abril 2014
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Como Fazer Trenzinho com Material Reciclado
Materiais Necessários: caixinha de leite ou suco, rolinho de papel higiênico, caixinha de creme dental, papelão, palitos de churrasco, tampinhas de garrafa pet, cola quente, tesoura e tinta PVA (opcional).
Como Fazer:
Recorte com a tesoura a caixinha de leite ao meio e recorte quatro janelinhas, sendo duas na frente e duas na lateral da caixinha. Com um pedaço de papelão, recorte um círculo, no tamanho suficiente para tampar um dos lados do rolinho de papel higiênico.
Com a cola quente comece a montar o trenzinho. Cole primeiro em um pedaço de papelão, a caixinha de leite e o rolinho de papel higiênico. Na parte de baixo do trem, cole a caixinha de creme dental.
Para fazer as rodinhas do trem, fure com ajuda de um prego e martelo, no meio de cada tampinha pet e encaixe o palito de churrasco. Em seguida, cole-os no trenzinho.
Quem quiser pode pintar o trenzinho com tinta PVA ou pode pintar junto com as crianças com tinta guache.
fonte: http://www.painelcriativo.com.br/
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Reciclagem infantil
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PALPITES DE AVÓ NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS
Quem é mãe sabe como é difícil ter que lidar com palpites quando o assunto é a educação dos filhos. As amigas, as tias e até a babá, todo mundo tem algo a dizer, uma opinião pra dar.
Mas o que fazer quando esta intromissão vem da avó da criança? Como fazer para dizer à sua mãe (ou pior, à sogra), que você sabe o que está fazendo?
Ao invés de travar uma batalha em torno da criação do baby, o melhor que pais e avós têm a fazer é unir forças em prol deste único objetivo. "É importante que os pais escutem o que seus pais e sogros têm a dizer, além de agradecer a ajuda e falar que pensará a respeito. Os pais devem escutar e, quem sabe, até seguir alguma ideia, afinal pode ser uma boa ajuda mesmo. Muitas vezes uma relação já desgastada faz com que os pais não escutem mais, perdendo algumas dicas preciosas" comenta Roberta.
Mas o que fazer quando esta intromissão vem da avó da criança? Como fazer para dizer à sua mãe (ou pior, à sogra), que você sabe o que está fazendo?
A psicóloga Silvia Malamud ensina que a melhor maneira de dizer às avós da criança que você não quer interferências na educação é partir do princípio do respeito, antes de qualquer coisa. E, quando vir algo de invasivo ou distante da educação que queira dar aos filhos, tente evidenciar as desiguais condutas e, claro, as diferenças que existem do mundo atual para o mundo e a cultura em que as avós viveram. Fácil? Não, né...
É preciso lembrar sempre que os mais velhos têm sim mais experiência e, consequentemente, maior tranquilidade para lidar com as crianças, principalmente os pequenininhos. E mais, a ajuda extra (e de confiança) pode ser divina. Mas é supernecessário estabelecer limites, mostrar que os papéis mudaram - e que a mãe agora é avó.
E se já é difícil quando a avó em questão é a sua mãe, o que fazer quando se trata da amadasogra? "O ideal é que o pai fale! Se ele disser que não gosta, que não quer, preserva a relação da mãe com a esposa. Desde que ele concorde com o que a mulher diz, esse é o caminho mais adequado" ensina a terapeuta familiar Roberta Palermo.
Ela e Silvia concordam que se os pais tiverem uma postura firme, no que diz respeito às regras, não haverá problema se as avós paparicarem demais os netos, afinal não há nada melhor que mimo de avó. "É importante que avós sejam avós, ou seja, não tenham a responsabilidade de educar e sim de fazer coisas gostosas, que incluem comer um pedaço de bolo faltando cinco minutos para a hora do almoço," exemplifica Roberta.
Há casos específicos em que a convivência com os segundos pais são de extrema importância, como quando as crianças passam pelo trauma da separação dos pais. "Quando acontece uma ruptura como divórcio, as avós podem dar este importante suporte emocional de amparo e continuidade afetiva, até que o novo momento se estabilize", pondera Silvia. Ela lembra que muitas avós, sobretudo idosas, também precisam de atenção especial. Não se deve atribuir a elas a responsabilidade de educar as crianças, mesmo quando elas insistem em interferir!
O que é comum hoje, já que a família brasileira mudou, é todos morarem juntos, pai, mãe, filhos, avós, sogra. E, para que esta convivência não se torne um transtorno familiar, alguns cuidados devem ser tomados. "Para resolver essa bagunça, nada melhor que o diálogo", sugere Roberta. "Quem manda são os pais e, por mais que não estejam sempre em casa, devem dizer como querem que se realizem as tarefas. Dessa maneira, há mais chances de organizar a casa".
As famílias não são iguais, portanto não há fórmula que defina melhor essa relação. O importante é não deixar de conversar, dizer o que pensa. Se perceber que a mãe ou sogra está dominando os cuidados do filho ou diz que você não faz nada direito, abra o jogo sobre como se sente. Basta não se esquecer da delicadeza e do respeito, agradecer a ajuda e lembrar que, mesmo que erre, a responsabilidade pelas decisões com relação aos filhos agora é sua.
Por Bianca de Souza (MBPress)
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Pais e Filhos
21 abril 2013
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Proteja seu filho das doenças típicas do outono com dicas de especialista
Espirros e dores de garganta não são os únicos incômodos. Infecções também perturbam os pequenos
Ainda que aquele friozinho gostoso de outono não tenha chegado para valer, é importante saber que a época marcada pelas baixas temperaturas oferece aos adultos e, principalmente às crianças, uma série de riscos de contrair doenças respiratórias. Além disso, dores de ouvido e inflamações da garganta também aparecem com frequência.
O DaquiDali conversou com Simone Aguiar, pediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, para saber, inicialmente, qual a real diferença entre gripe e resfriado. “O resfriado é uma infecção mais simples que a gripe, na maioria das vezes causada pelo rinovírus. Os sintomas são: coriza, voz rouca, febre baixa, dor no corpo, dor de cabeça e diminuição do olfato. A gripe é uma doença mais séria, pode ser grave e levar à pneumonias e, eventualmente, ao óbito. Ela apresenta os mesmos sintomas do resfriado, porém com maior intensidade”.
Se existe um tratamento específico para esses males, a pediatra afirma que não. “Tanto a gripe como o resfriado são doenças causadas por vírus e por isso devem ser cuidadas com sintomáticos, como antitérmicos e analgésicos, assim como uma boa alimentação e hidratação. O processo é autolimitado, dura de três a quatro dias. Após esse período, caso não tenha melhora, a criança deve ser levada ao seu pediatra para uma avaliação quanto à possibilidade de uma infecção secundária, como por exemplo, pneumonia, amigdalite e ou otites”, explica a médica.
Os principais sintomas das doenças mais comuns do outono, segundo a pediatra:
Resfriado: coriza, febre baixa, dor de cabeça e rouquidão;
Gripe: dor de cabeça, calafrio, dor de garganta, febre elevada e sudorese
Outras doenças
Asma: crises de broncoespasmo, caracterizada por tosse, dispnéia, sibilância e dor torácica;
Bronquiolite: complicação nos lactentes pós-resfriado, caracterizada por febre baixa, dispnéia, hipersecreção pulmonar e sibilância, na maioria das vezes causadas pelo vírus sincicial respiratório;
Rinite: coriza, espirros, coceira no nariz e nariz entupido;
Sinusite: dor de cabeça na testa ou entre os olhos.
Tratamentos e prevenções
Uma das melhores formas de prevenção para os males do frio é preferir locais arejados, abrir janelas em ônibus, metrô ou outros pontos de aglomeração e deixar o filtro do ar condicionado sempre limpo. “Nessa época deve-se evitar locais fechados”, diz a doutora Simone. Ela também frisa que ter uma alimentação rica em vitaminas e nutrientes é fundamental para o aumento da imunidade da criança. Por isso, neste período, vale investir em um cardápio com frutas, verduras, cereais, carnes e peixes.
Ações de higiene também são importantes, portanto, antes de qualquer refeição, ou todas as vezes que precisar, não se esqueça de lavar sempre as mãos. Quando isso não for possível, aplique uma pequena quantidade de álcool gel para eliminar as bactérias, ensina a especialista.
Para uma prevenção ainda mais eficaz contra a gripe, a médica indica a vacina. “É eficaz e deve ser tomada anualmente". Para outras doenças, a doutora indica o acompanhamento de especialistas. "Asma e da rinite, doenças hereditárias que podem apresentar períodos de agudização (quadro agudo) nessa época, devem ser acompanhada para tratamento de prevenção, com uso de medicações profiláticas, quando indicado”, diz. Aurora Aguiar
fonte:http://daquidali.com.br/conversa-de-mae/ - perkmeup/ Stock Photo
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Saúde das crianças
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