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03 setembro 2015

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Como cuidar dos dentes do meu bebê?


Os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer.


Os bons cuidados bucais começam cedo na vida. Mesmo antes dos dentes do bebê nascerem, existem alguns fatores que podem afetar sua futura aparência e saúde. Por exemplo, a tetraciclina, um antibiótico comum, pode causar a descoloração ou manchas nos dentes. Por esta razão, não deve ser usada por mães que estão amamentando ou mulheres na segunda metade da gravidez.
Como os dentes do bebê geralmente nascem por volta dos seis meses de idade, não há razão para usar os procedimentos padrão da higiene bucal, ou seja, a escovação e o uso do fio dental. Mas, os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer. Entre esses cuidados estão a prevenção das cáries causadas pelo uso da mamadeira e a certeza de que seu filho está recebendo um
a quantidade adequada de flúor.
O que são as cáries de mamadeira e como evitá-las?


São cáries causadas pela exposição freqüente a líquidos que contém açúcar, como o leite, as fórmulas comerciais preparadas para bebês e os sucos de fruta. Os líquidos que contém açúcar se acumulam ao redor dos dentes por longos períodos de tempo, enquanto seu bebê está dormindo, provocando as cáries, que primeiro se desenvolvem nos dentes anteriores, tanto da arcada inferior quanto da superior. Por esta razão, nunca deixe sua criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Ao invés disso, na hora de dormir, dê a ele uma mamadeira com água ou uma chupeta que tenha sido recomendada pelo seu dentista. Ao amamentar, não deixe o bebê se alimentar continuamente. E após cada mamada, limpe os dentes e as gengivas do seu bebê com um pano ou uma gaze umedecidos.

O que é o flúor? Como saber se meu bebê está recebendo a quantidade certa de flúor?


O flúor faz bem mesmo antes de os dentes do seu filho começarem a aparecer. Ele fortalece o esmalte dos dentes enquanto estes estão se formando. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantidade de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você recebe em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que é colocada nela, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), fale com seu pediatra ou dentista sobre as gotas de flúor que podem ser administradas ao seu bebê diariamente. Se você usa água engarrafada para beber e para cozinhar, avise seu dentista ou médico. É possível que eles receitem suplementos de flúor para seu bebê.
Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. 

26 junho 2015

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8 dúvidas sobre a otite no inverno

A dor de ouvido nos meses mais frios do ano é causada por vírus e bactérias e afeta três em cada quatro crianças até os três anos

O que é otite média aguda?
É a versão mais recorrente do problema. Estima-se que três em cada quatro crianças vão sofrer com o problema pelo menos uma vez até os 3 anos. A infecção se localiza na orelha média, que corresponde à região mais interna do ouvido, depois do tímpano. As principais causas são vírus e bactérias que provocam gripes, resfriados, infecções na garganta ou respiratórias – quanto mais episódios dessas doenças, maiores as chances de a criança ser acometida por uma otite. É por isso que ela acontece nos meses mais frios do ano. A exposição à fumaça de cigarro também é um fator de risco.

Em que idade é mais frequente?
A maioria das crianças tem pelo menos um episódio na infância. Estudos apontam que 60% dos casos de resfriado em bebês de 6 a 12 meses podem virar uma otite média. Depois, a taxa cai para 50% e o risco diminui conforme a criança cresce e o sistema imunológico se desenvolve.

É verdade que amamentar o bebê deitado também causa otite? 
Sim. A entrada do leite para o canal que comunica o nariz e a garganta com o ouvido também pode causar a infecção. O ideal é oferecer o seio ou a mamadeira com o bebê em outra posição ou inclinado em 30 ou 45 graus.

Quais são os sintomas? 
Dor, febre, diminuição da audição, dor de cabeça, irritação, perda de apetite e secreção local. Entre os bebês, o sinal mais claro é o choro intenso e ininterrupto, até na hora da amamentação. Já as crianças maiores, além desses sintomas, reclamam da dor e costumam levar as mãos até a orelha em que sentem o desconforto.
Pode haver alguma complicação mais grave? 
Durante a inflamação, às vezes há presença de líquido na orelha média, o que é chamado pelos médicos de efusão. Quando isso acontece, é possível que a audição fique temporariamente comprometida. O incômodo costuma desaparecer junto com a inflamação – não é comum evoluir para uma surdez permanente.

Como é o tratamento?
Tudo vai depender dos sintomas e da idade da criança. Bebês que ainda não completaram 6 meses precisam de antibióticos. Depois dessa fase, no entanto, medicamentos para aliviar a dor e controlar a febre são suficientes. O uso de antibióticos, aliás, não é recomendado a partir dos 2 anos. Estudos mostram que a evolução para a cura é igual com eles ou sem, porque o sistema de defesa já está desenvolvido.

Como prevenir? 
A melhor forma de prevenção é afastar as doenças que podem evoluir para a otite. Vacine seu filho contra o vírus Influenza, da gripe, e o pneumococo – bactéria que causa alguns tipos de meningite, pneumonia, sinusite e, por consequência, inflamação no ouvido. Esses imunizantes são aplicados gratuitamente nos postos de saúde. O aleitamento materno exclusivo até os 6 meses é importante para proteger o bebê dessa e de outras infecções. É recomendável também evitar o contato da criança com pessoas doentes e fumantes.

Como é feito o diagnóstico? 
O pediatra examina a membrana do tímpano utilizando um otoscópio, aquele aparelho que ele coloca no ouvido da criança praticamente toda vez que você leva seu filho ao consultório. Em alguns casos, o otorrinolaringologista pode usar aparelhos mais específicos para avaliar a infecção.

Fontes: Berenice Dias Ramos, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da Sociedade Brasileira de Pediatria; Roberto Tozze, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP; Sady Selaimen da Costa, professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

01 junho 2015

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Tartaruga com Garrafa Pet Passo a Passo


Para fazer estas peças tão divertidas você irá precisar de: garrafa pet; tesoura; linha para bordado ou fio grosso com a cor de sua preferência; agulha para bordar; botão comum com a mesma cor da fita escolhida; um pedaço de tapete emborracha de 30 x 30 cm (ou EVA grosso, que é mais barato, da mesma cor da fita que você escolheu); caneta permanente preta; agulha de mão; linha de costura; lantejoulas, moedas ou pedrarias de sua preferência; e molde de tartaruga (imagem a seguir).


Comece transferindo o molde da tartaruga para o EVA escolhido e recortando o fundo da garrafa pet.


Em seguida, assim que estiver com o tamanho condizente com o tamanho da garrafa, recorte o EVA no formato da tartaruga.


Logo após, com o auxílio da agulha para bordado e da linha para bordão, você irá fixar o fundo da garrafa pet na tartaruga de EVA. Para isso você deve passar a agulha com a linha pelo fundo da garrafa, nas reentrâncias, furando o EVA e dando pontos.


Agora, com o auxílio da agulha de mão e da linha de costura, fixe o botão na parte de cima dos fios, prendendo-os todos juntos. Faça os detalhes da tartaruga, carinha e detalhes nas patinhas, com o auxílio da caneta permanente preta e faça um corte pequeno bem na parte central do EVA.


Em seguida, para finalizar a sua peça, você deve colocar dentro da tartaruga, através do corte feito anteriormente, os itens que você quiser, como moedas, pedrarias, pedrinhas ou lantejoulas. E está pronto!


Créditos: http://www.goodshomedesign.com/recycled-plastic-bottles-lovely-turtles/.

18 novembro 2014

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8 dicas para um Ano Novo seguro com as crianças

Sol forte, barulho dos fogos, praia lotada, beira da piscina e até alimentos errados. Veja os cuidados que você deve ter para aproveitar melhor a virada do ano


O ano novo pode ser uma ótima diversão para as crianças de todas as idades. Mas é preciso tomar alguns cuidados para que a virada do ano seja tão especial quanto você planejou para toda a sua família. E para começar o ano com o pé direito, confira as nossas dicas para dar tudo certo:
- No dia 31, estenda um pouco a soneca das crianças para que elas aguentem ficar acordadas até a meia noite. Não se preocupe: apenas um dia não é suficiente para desregular os horários dos pequenos, e fugir um pouco da rotina comum vai ser bom.
A mesma coisa serve para a ceia de ano novo: atrase o lanche da tarde, e caso a criança fique com fome, ofereça a ela comidas mais leves, como frutas e torradas.
- A partir de 2 anos, a criança entende o que são os fogos. Explique que a família vai estar reunida para ver o céu vai brilhar. Fiquem abraçados na contagem regressiva.
- Não é recomendado ficar com os bebês menores de um ano durante a queima de fogos já que o barulho pode incomodá-los. Uma formar de proteger o ouvido é com o uso dos protetores auriculares.
Cuidado com a alimentação dos bebês: fique de olho caso outras pessoas tentem dar comidas diferentes para os pequenos, principalmente os menores de 1 ano. Alimentos como frutos do mar e carne de porco estão fora de questão, já que o intestino dos bebês ainda não está maduro o suficiente, fazendo com que eles passem mal.
- Sempre ofereça líquidos como água, sucos e água de coco. Na época de muito calor, é comum que as crianças fiquem desidratadas.
- Com as crianças mais velhas, que adoram ver os fogos, nunca deixe que elas fiquem muito próximas ao local de lançamento. As famílias que passam o ano novo na praia, ou em lugares com multidões precisam ficar de olho e nunca tirar as crianças de vista.
Nos hospitais, ocorrências com acidentes na beira de piscina, desidratação e queimaduras de sol são comuns nesta época do ano. Portanto, cuidado redobrado, principalmente se a criança ainda não aprendeu a nadar. E nunca se esqueça de passar protetor solar e reaplicar a cada duas horas.
Fonte: Lucília Faria, pediatra, coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês (SP)

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