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04 janeiro 2011

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Como estimular a mente de uma criança


Lendo para a criança

Além de oferecer horas de entretenimento, um estoque de conhecimento e memórias de histórias que duram a vida inteira, a leitura ajuda o seu filho a desenvolver quatro habilidades básicas de raciocínio: a habilidade de prestar atenção, uma boa memória, a capacidade de resolver problemas e a proficiência na linguagem. A melhor maneira de incentivar o seu filho a amar os livros e a leitura é ler em voz alta para ele. Quando se trata de leitura, os especialistas recomendam que você comece a ler para o seu filho desde o nascimento e continue nos anos da adolescência, talvez em seções de família.

O bebê não entende as palavras que você lê e, de fato, nem sempre você precisa ler historinhas de crianças. Um livro sobre educação dos filhos, o jornal diário ou um romance são igualmente encantadores para o bebê, que adora o som da sua voz. Se você adora poesia, leia poesia para o bebê e continue a ler à medida que a criança cresce. Muitas crianças adoram o ritmo e a cadência da poesia adulta muito antes de poderem entendê-la.

Trinta minutos por dia é um tempo razoável para dedicar à leitura para o seu filho, provavelmente divididos em poucas seções curtas se a criança for pequena. Qualquer hora do dia é boa para leitura. Muitos pais gostam de torná-la parte do ritual da hora de dormir; é uma maneira de ajudar a criança a relaxar e a se preparar para um bom sono. De manhã, à mesa do café, é outra hora favorita para muitos pais e crianças. O ponto principal é aproveitar o tempo da leitura e torná-la parte da sua rotina diária. Lendo regularmente para o seu filho você ajuda a desenvolver as habilidades de leitura dele e a cultivar o seu amor pelos livros. Nesta página, damos sugestões sobre a leitura para o seu filho: quando e o que ler, onde encontrar livros e como evitar alguns "senões" da leitura.

Introduzindo os livros

Milhares de livros infantis estão disponíveis e muitos dos melhores estão em circulação há anos. Uma maneira de selecioná-los é pedir sugestões ao bibliotecário e pegar o nome do revendedor local que tenha a melhor seleção de livros infantis. Se você for sortudo o bastante para ter acesso a uma biblioteca universitária que tenha uma coleção infantil fora de circulação, você poderá ler os últimos e mais populares livros infantis antes de comprá-los. Embora a sua biblioteca local também os tenha, freqüentemente, eles poderão estar emprestados e indisponíveis.

Os primeiros livros do seu filho devem ter histórias curtas, vivamente ilustradas. Devem ser pequenos o bastante para que o bebê possa manuseá-los e, de tecido ou papel cartão, porque as crianças vão querer mastigá-los, despedaçá-los e jogá-los longe. O seu filho deve ter no mínimo 2 anos antes de começar a cuidar dos livros; até lá, ele vai tratá-los como brinquedos, portanto, é preferível comprar edições baratas. Certifique-se de que os livros que você compra, até mesmo para as crianças mais jovens, sejam bem escritos, não soem artificiais e sejam bem ilustrados. Do contrário, eles entediam você e o seu filho percebe este sentimento.

Leia de novo - próximo aos 2 anos, o seu filho começa a apreciar os livros. Além de começar a tomar cuidado com eles, ele descobre como funcionam e aprende a virar as páginas uma de cada vez. A criança dessa idade começa a memorizar algumas histórias e cantigas, é capaz de narrar parágrafos longos ou versos inteiros e pode "ler" junto com você. Ele insiste na leitura do mesmo livro várias vezes e corrige caso você não a leia direito ou, se você pula uma palavra ou troca um nome.

Conforte-se sabendo que quando você lê essas histórias várias vezes, está preenchendo uma função necessária para o desenvolvimento do seu filho: os especialistas dizem que a repetição é um estimulante do interesse e é importante para o processo pelo qual as células do cérebro fazem conexões. Quando as crianças têm entre 2 e 3 anos, elas apreciam histórias que envolvam algum tipo de confronto. Nessa idade, as crianças também gostam de histórias sobre os feriados e as estações do ano, porque isto ajuda a compreender as tradições familiares.

Conte as suas próprias histórias - uma maneira de estimular o interesse da criança pela leitura e complementar o material que você tem em mãos é contar, para ela, as suas próprias histórias. Crie uma história longa ou curta, de acordo com o tempo disponível para contá-la. Qualquer que seja o tema, torne a sua história vívida: que algo aconteça no início e que a ação continue acontecendo. Não tenha medo de usar palavras que o seu filho não conheça, porque escutar palavras novas é um modo de ele expandir o vocabulário. É legal que a personagem principal lute contra intrusos ferozes, mas certifique-se de dar à história um final feliz. Até que o seu filho fique mais velho, a justiça deve prevalecer; o bom deve vencer e o mau deve perder.
Publications International, Ltd., 2006
Lendo regularmente para o seu filho, você o ajuda a desenvolver
as habilidades de leitura e a cultivar o amor pelos livros

Livros da biblioteca


Com mais ou menos dois anos, o seu filho provavelmente terá dez ou mais livros e, é nessa época que você precisa complementar a sua coleção com livros da biblioteca. De início você pode achar mais fácil e melhor visitar a biblioteca sozinho, para poder se demorar escolhendo os livros que mais atendem aos interesses e ao nível de compreensão do seu filho. Mas leve a criança com você de vez em quando; o hábito de ir à biblioteca semanalmente ou a cada quinze dias é algo que você pode implantar desde cedo e estimular sempre. Continue a escolher alguns dos livros que você vai ler para o seu filho, mas deixe-o escolher alguns, também, mesmo que para você eles não pareçam apropriados.

Infelizmente, nem todas as bibliotecas permitem que crianças que ainda não estejam em idade escolar tenham cadastro; se a sua permite, ajude o seu filho a assinar o dele próprio. Ter o seu próprio cartão da biblioteca é um sinal certo de crescimento. Verifique outros privilégios e serviços oferecidos pelo departamento infantil da biblioteca. Durante os programas de historinhas para crianças (de aproximadamente 30 minutos), os bibliotecários, às vezes, entretém as crianças com fantoches, jogos e canções. As programações regulares da hora da historinha e outros programas estão disponíveis, em geral, para crianças de 2 ou 3 anos. A hora da historinha também oferece uma oportunidade para o seu filho interagir com outras crianças.

Os "senões" da leitura

•Não continue a ler um livro se ficar óbvio que o seu filho não gosta dele.

•Não use a leitura como uma recompensa ou como um castigo. Deve ser uma atividade que você faz todos os dias, independente de o seu filho ter sido um anjinho ou não.

•Não comece a ler um livro longo quando souber que não terá tempo para terminá-lo. Todo livro merece uma boa leitura e as crianças não estão preparadas para histórias continuadas antes dos 4 ou 5 anos de idade.

•Não pense que o seu filho deve se sentar quieto ao seu lado ou no seu colo enquanto você lê. Uma criança ativa pode ser capaz de ouvir melhor enquanto pinta ou enfileira bolinhas.

Escolhendo os melhores livros para o seu filho


Você vai querer expor o seu filho a uma variedade de livros, mas logo vai perceber que ele desenvolve preferências definidas. Uma criança gosta de histórias emocionantes, com personagens da vida real, outra prefere as histórias de fantasia. É claro que o gosto muda à medida que a criança é exposta a diferentes tipos de livros e a diferentes experiências na vida diária. Uma criança de 3 anos, por exemplo, que entende perfeitamente a diferença entre ser desobediente e se comportar bem, durante um tempo aprecia os livros sobre crianças travessas. Se você estiver esperando um novo bebê, a criança em idade pré-escolar vai querer ver uma porção de livros sobre como nascem os bebês e sobre como é ter um irmãozinho ou irmãzinha.

Os bibliotecários e os vendedores de livrarias podem levar você aos livros que, virtualmente, todas as crianças apreciam. Uns são lançamentos, outros são relativamente novos e alguns são tão antigos que até os seus pais os conheceram quando eram crianças. Entre estes últimos, provavelmente alguns dos seus preferidos, estão os clássicos contos de fadas, histórias lindamente ilustradas sobre personagens inesquecíveis, como a bruxa perversa que tenta cozinhar as crianças e os dragões que ameaçavam o castelo. Alguns pais acreditam que os contos de fadas são muito violentos para crianças de qualquer idade, mas os bibliotecários e os especialistas em leitura os recomendam para crianças a partir dos 6 anos, que são capazes de entender a diferença entre realidade e fantasia.

Não há nenhuma revista especificamente para crianças de 3 anos ou menos, mas o seu filho vai achar interessantes as revistas para adultos e os catálogos que chegam à sua casa. Olhe-os junto com ele, apontando as figuras de bebês, animais, alimentos e brinquedos. Com estas figuras é possível fazer livros de recortes e, quando a criança tiver mais ou menos 3 anos de idade, ela pode escolher as figuras e brincar de recortar e colar.

Experimentando histórias numa idade precoce, a criança desenvolve uma apreciação duradoura pela magia do mundo escrito. Além disso, as crianças adquirem memória, concentração, linguagem e habilidade de solucionar problemas que vão ser úteis na escola e em outros lugares. Estimular a criatividade também aumenta a habilidade deles de solucionar problemas e, na próxima seção, você vai encontrar diferentes jogos de faz-de-conta para fazer com o seu filho.
por Michael Meyerhoff, Ed.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil









28 novembro 2010

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Sobre o Natal


Origens do Natal - Saiba tudo sobre a data!


A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha.
A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto e levando todos os pecados do povo consigo. Assim, a ordem era reestabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos tomando lugar de seus mestres.
A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.
Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros.
Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. Conta a Bíblia que um anjo, ao visitar Maria, disse que ela daria a luz ao filho de Deus e que seu nome seria Jesus. Quando Maria estava prestes a ter o bebê, o casal viajou de Nazaré, onde viviam, para Belém a fim de realizar um alistamento solicitado pelo imperador, chegando na cidade na noite de Natal. Como não encontraram nenhum lugar com vagas para passar a noite, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem.
E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura (objeto usado para alimentar os animais).
Pastores que estavam com seus rebanhos próximo ao local foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso, voltando depois para seus reinos e espalhando a notícia de que havia nascido o fiho de Deus.
A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados.

Papai Noel - Uma lenda cercada de mistério e magia!


Quem nunca acreditou em Papai Noel? Um velhinho com roupas vermelhas, barba branca, cinto e botas pretos que passa de casa em casa para deixar presentes às famílias. De geração em geração, a lenda do Santa Clauss ganha mais realidade no mês de dezembro, quando o mundo celebra o nascimento de Jesus Cristo. Será que ele existe? Será lenda? Bem, isso depende de cada um. Mas diz a história que o bom velhinho foi inspirado na figura de um bispo que de fato existiu.
São Nicolau nasceu no século 3, em Patras, na Grécia. Quando seus pais morreram, ele doou todos os seus bens e optou pela vida religiosa. Com apenas 19 anos, foi ordenado sacerdote e logo tornou-se arcebispo de Mira. Dizia-se que na cidade em que ele nasceu viviam três irmãs que não podiam se casar por não ter dinheiro para o dote. O pai das meninas resolveu, então, vendê-las conforme fossem atingindo a idade adulta. Quando a primeira ia ser vendida, Nicolau soube do que estava acontecendo e, em segredo, jogou através da janela uma bolsa cheia de moedas de ouro, que foi cair numa meia posta para secar na chaminé. A mesma coisa aconteceu quando chegou a vez da segunda. O pai, afim de descobrir o que estava acontecendo, permaneceu espiando a noite toda. Ele então reconheceu Nicolau, e pregou sua generosidade a todo o mundo.
A fama de generoso do bom velhinho, que foi considerado santo pela Igreja Católica, transcendeu sua região, e as pessoas começaram a atribuir a ele todo tipo de milagres e lendas. Em meados do século 13, a comemoração do dia de São Nicolau passou da primavera para o dia 6 de dezembro, e sua figura foi relacionada com as crianças, a quem deixava presentes vestido de bispo e montado em burro. Na época da Contra-reforma, a Igreja católica propôs que São Nicolau passasse a entregar os presentes no dia 25 de dezembro, tal como fazia o Menino Jesus, segundo a tradição destes tempos e que ainda hoje continua em alguns pontos da América Latina.
Os holandeses, no século 17, levaram para os Estados Unidos a tradição de presentear as crianças usando a lenda de São Nicolau - a quem eles chamavam Sinter Klaas. Os verdadeiros impulsores do mito de Santa Claus - nome que o Papai Noel recebeu nos Estados Unidos - foram dois escritores de Nova York. O primeiro, Washington Irving, escreveu em 1809 um livro em que São Nicolau já não usava a vestimenta de bispo, transformando-o em um personagem bonachão e bondoso, que montava um cavalo voador e jogava presentes pelas chaminés. Em 1823, um poema de um professor universitário, Clement C. Moore, enalteceu a aura mágica que Irving havia criado para a personagem, trocando o cavalo branco por renas que puxavam um trenó.
Ao longo do século 19, Santa Claus foi representado de muitas maneiras. Ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo. Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santa Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende. Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte.
O símbolo de Santa Claus foi logo utilizado pela publicidade comercial. Em 1931, a Coca-Cola encomendou ao artista Habdon Sundblom a remodelação do Santa Claus de Nast para torná-lo ainda mais próximo. Sundblom se inspirou em um vendedor aposentado e assim nasceu - de uma propaganda da Coca-Cola! - o Papai Noel que a gente conhece.

Qual a origem do presépio?

As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha, na França, no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.
A tradição católica diz que o presépio surgiu no século 13, quando São Francisco de Assis quis celebrar um Natal o mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, um boi e um jumento vivos perto dela. Nesse cenário foi celebradada em 1223 a missa de Natal.
O sucesso dessa representação do presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres.
Na Espanha, a tradição chegou pela mão do monarca Carlos III, que a importou de Nápoles no século 18. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século 19 e na França não o fez até inícios do século 20.


















22 novembro 2010

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Para quem me pediu molde da Angelina bailarina

ESPERO NÃO ESTAR MUITO ATRASADA, POIS SÓ HOJE VI O RECADO.












 para dar as amiguinhas
 para aniversariante usar
 painel


algumas fotos foram tirada do blog http://bonecasdastella.blogspot.com/
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