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09 janeiro 2012

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Como ensino meu filho a comprar e as noções de caro ou barato?

Especialista dá dicas para ajudar seu filho sobre o valor de cada coisa

Para uma vida financeira equilibrada, o uso do dinheiro deve ser regido pela razão. Ensinar isso aos filhos não é complicado. O início dessa jornada acontece por volta dos 3 anos, com a ideia de caro e barato. Basta deixar "escapulir" durante as visitas à padaria ou à banca de jornal, algo assim: "Como isto está caro!" Ou: "Hoje vamos procurar uma coisa barata para comprar". Rapidamente, e com prazer, a criança assumirá a iniciativa de perguntar aos pais antes de decidir pela compra: "E isso? É caro ou barato?". Por volta dos 6 anos, é hora de demonstrar a variação de preços das lojas. Não importa quanto dinheiro os pais tenham, nem quão pouco custe o objeto em questão, o foco aqui é a educação dos filhos. Na adolescência, à pesquisa dos preços soma-se a análise do material. Em relação às roupas é caso de ensinar a perceber a qualidade do tecido e do acabamento, por exemplo. Em toda fase, o importante é ensinar que o consumo deve ser sempre comandado pelo bom senso e pela responsabilidade.
fonte:CÁSSIA D’AQUINO, especialista em educação financeira, há anos circula mundo afora, sempre curiosa e atenta à maneira como as pessoas se relacionam com o dinheiro. É mãe do Pedro, 22, que ela mesmo chama de sua melhor ideia, projeto e resultado...








20 dezembro 2011

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Selinho de Natal

Ganhei este selinho lindo de natal da amiga blogueira Karla do blog:
Muito bom o blog façam uma visita.
Muito obrigada Karla

03 dezembro 2011

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O lanche escolar ideal para seu filho

Nutricionistas explicam o que não pode faltar na lancheira da criança – e quais são os produtos pouco indicados nas prateleiras
Lanche Indicado



Lanche não Indicado


Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma dieta saudável passa por cinco pontos: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece fácil, mas estes hábitos devem ser desenvolvidos desde a infância – de preferência, começando pelo que seu filho leva na lancheira.

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos, para fornecer energia; uma porção de lácteos, que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação.Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitos desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo.

É claro que a maioria das crianças prefere abrir a lancheira e encontrar batatinhas fritas, chocolate e refrigerante. Já os pais gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco. Para equilibrar essa equação, a nutricionista e consultora Cynthia Striebel, que há 14 anos desenvolve um projeto de educação alimentar escolar em Porto Alegre, sugere a negociação. “Seu filho quer levar algo não muito nutritivo? Eventualmente, isso não é um problema. Negocie com ele um dia da semana para este lanche e, nos outros dias, as frutas, cereais e o leite”, exemplifica.

Rosana Perim concorda. “Não precisa proibir o chocolate. Basta saber equilibrar”, diz ela. Outra dica é incluir as crianças no processo de comprar e preparar o lanche. Vale levá-las ao mercado ou à feira, explicar porque você escolhe aqueles alimentos e como aquilo vai fazer bem a elas.

Opções industrializadas

Nem todas as mães têm o tempo necessário para assar um bolinho integral ou preparar um suco natural para o lanche do filho antes de sair de casa pela manhã. Por isso, não se desespere se tiver de recorrer aos industrializados. Hoje, os supermercados oferecem opções razoavelmente saudáveis, basta saber escolhê-las.
No caso dos biscoitos, procure aqueles com as menores quantidades de gordura e de açúcar possíveis. Bolinhos com recheio e cobertura devem ser evitados, pois geralmente contêm gordura trans – vale observar também na tabela nutricional do alimento o índice de gordura vegetal hidrogenada; quanto mais elevado, pior.
 Escolha os sucos de caixinha sem adição de açúcar e lembre-se que achocolatados não são leite, são uma composição feita com soro de leite: prefira aqueles com menos sódio e menos açúcar e garanta que a criança beba leite de verdade em algum outro momento do dia.

Conservação

Não adianta ficar atenta para um cardápio equilibrado se ele não estiver bem conservado na hora do sinal. Lancheiras térmicas garantem conservação por duas a quatro horas, segundo fabricantes. Mesmo assim, é melhor evitar patês e embutidos que necessitem de refrigeração maior.

Cynthia dá uma dica final: colocar a caixinha de suco ou a garrafinha de água congelada na lancheira é uma opção para garantir um resfriamento extra. E não se esqueça de fiscalizar os cuidados do seu filho com o lanche. Se o que ele não consome pela manhã vira petisco para depois da aula de inglês, no fim da tarde, não há lancheira que aguente.
Clarissa Passos, iG São Paulo

 

 
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