fonte:http://www.daledetalles.com/material-didactico/dibujos-para-colorear-de-navidad
24 outubro 2016
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15 outubro 2016
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Meu filho não come! 11 dicas para ajudar
chave de uma alimentação saudável é entender que, calorias vazias, são vazias! Não pensa: "pelo menos assim ele come alguma coisa". Porque esse alimento só vai tirar a fome e não vai trazer vitaminas, cálcio, proteína ou qualquer outro componente que sirva para um organismo em formação. Corte definitivamente bolachas, pães brancos, etc. Abasteça-se de frutas bonitas e legumes coloridos e, vamos lá.
- O primeiro passo sempre é a preparação psicológica dos pais. Esteja consciente de que seu filho vai resistir a mudanças que envolvam a troca de doces por brócolis. Isso é natural. Não se sintam culpados pois estão fazendo o bem de seus filhos. Preparem-se para não ceder às chantagens emocionais, birras e choros. Quanto menos você ceder, mais fácil e rápido será. Em geral, dois ou três dias são suficientes para que pare de haver tantas confusões.
- Planeje as refeições: hoje em dia as coisas são muito corridas e ajuda muito planejar uns dois ou três dias na frente. Planeje pelo menos 5 refeições diárias para seus filhos: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Repare que são muitas refeições, principalmente se seu filho tira sonequinhas. Mas lembre-se que os lanches podem, em geral ser uma frutunha. Até para que não tire o apetite da próxima refeição.
- Compre tudo que você precisa. E deixe o serviço adiantado. O que puder já ser lavado, descascado, cortado, etc. Se seus filhos vão tirar um cochilo, já deixe o lachinho pronto para quando acordarem. Afinal, cozinhar com a molecada pedurada em cima da gente cheia de fome, não é fácil, certo?
- Decida a refeição. Crianças não tem maturidade para escolher o que querem comer. além de gerar ansiedade nas crianças porque não sabem decidir, ainda vai causar desgaste pois escolherão algo que, provavelmente não será balanceado e saudável. E, facilite sua vida fazendo uma refeição para todas as crianças. Você pode oferecer opções como mais de um legume na refeição. Assim, se não gosta de beterrava, pode comer cenoura mas, não troque por batata frita, por exemplo.
- Não se preocupe com a quantidade. nutricionistas dizem que crianças não devem ser forçadas a comer mais do que querem. O que deve ser controlado pelos pais é a qualidade. A quantidade é tarefa das crianças. Mas estimule a provar os diferentes alimentos. Você pode dizer: prove, meu amor. Se não gostar, não precisa comer.
- Coloque na mesa. Nada de refeições na frente da televisão onde a criança (e os pais) nem percebem o que estão comendo. É bom que todos sentem. Sim, mamãe nada de ficar correndo entre a mesa e a cozina. Sente-se para conversar com seus filhos.
- Faça o prato de seu filho, conteplanedo todas as suas necessidades nutricionais. Não faça o prato pensando que ele não vai querer comer. Sua atitude deve ser tranquila.
- Deixe que ele coma o quanto quiser. Normalmente nós comemos mais do que precisamos. Crianças, não! Eles sabem o quanto devem comer.
- NÃO CEDA! Se não quiser comer, tudo bem. Fica na mesa até que todos terminem e pode sair. Não perca a calma. Não deixe que repita um determinado item do prato sem terminar os demais. Se não tem fome de comer o que está no prato, não tem fome de mais nada. Não insista para que coma tudo.
- O mais importante: Não dê nada entre as refeições! Se você fizer isso, seu filho (que é muito esperto), deixará de comer as saladinhas para meia depois dizer que está com fome e comer um iogurte. Se está com fome, diga-lhe que pode beber água e aguardar a hora do lanche.
- Confie! Não deixe esse esquema antes de, pelo menos, três dias. Caso desista, vai ser muito mais difícil da próxima vez, pois seu filho saberá que poderá dissuadi-los.
Por Renata Bermudez Konzen
Consultora Familiar: www.sosseguinho.com.br - www.facebook.com/sosseguinho
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Saúde das crianças
25 outubro 2015
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10 dicas para as crianças consumirem mais frutas, legumes e verduras!
Você sabe que os pais devem estar sempre de olho em suas atitudes, pois eles são o melhor exemplo para seus filhos! Em relação aos costumes alimentares, então, esta regra vale ouro! Afinal, é durante a infância que se desenvolvem os bons hábitos alimentares e o costume de consumir frutas, verduras e legumes. O ideal é oferecer e estimular de uma forma tranquila, aos poucos, desde pequenininha, para que, ao crescer, a criança não estranhe seu sabor nem sua textura. Confira as dicas!
1- Deixe sempre à mão frutas prontas para serem consumidas, isto é, higienizadas, em lugar visível e ao alcance das mãos. Não há quem resista a um prato de frutas coloridas e saborosas!
2- Inclua na lancheira escolar frutas e legumes fáceis de transportar e de consumir, como maçã, banana, uva, pera, goiaba, tangerina, uva-passa, cenoura ou pepino em palitinhos. Na hora que a fome apertar, em vez de um salgadinho ou um biscoito, o pequeno poderá contar com uma opção mais saudável.
3- Incremente as refeições com frutas, legumes ou verduras. Frutas podem ser usadas para dar um toque diferente às saladas (ex.: repolho com maçã; salada verde com manga, pera ou abacaxi; salada de rúcula com laranja). Alguns legumes e verduras podem ser cozidos junto com o arroz (ex.: brócolis, agrião, cenoura), com algum tipo de carne (ex.: agrião, chuchu ou cenoura) ou acrescentados à farofa (ex.: couve, escarola, milho ou cenoura).
4- Varie o tipo de corte e a forma de preparo das frutas, legumes e verduras para estimular seu consumo. Com a ajuda de um cortador de biscoito, corte-as em formato de coração, estrelinha, flor...
5- Inclua sopas no dia a dia. Elas são uma opção excelente para aumentar a ingestão de legumes e verduras, além de serem de fácil preparo e econômicas. Delas ainda podemos aproveitar o que normalmente jogamos fora, como talos e cascas, deixando-as ainda mais nutritivas. E não é apenas no inverno que você pode tomar sopa, não! Há receitas frias deliciosas, como o gaspacho (uma sopa espanhola rica em vegetais picados e ralados, juntamente com uma base de purê de tomate) e avichyssoise (sopa de origem francesa, feita à base de alho-poró, cebola, batata e caldo de galinha).
6- Substitua sobremesas e doces por uma refrescante salada de frutas. Use-as ainda no preparo de mousses, gelatinas...
7- Troque bolos recheados e com cobertura por bolos de frutas e legumes (exemplos: laranja, banana, maçã, cenoura, abóbora e mamão).
8- Prepare sacolés (picolés congelados em saquinhos) de frutas naturais. Suco de morango, manga ou maracujá são opções deliciosas!
9- Troque o refrigerante por suco de fruta natural.
10- Experimente novos sabores de sucos e deixe a criança participar do momento de preparo: melancia ou maçã com gotas de limão; laranja com maracujá; laranja com acerola; maracujá com gengibre; mamão com laranja; abacaxi com hortelã; manga com laranja. Para realçar o sabor doce do suco, adicione gotas de limão.
http://www.sadia.com.br/vida-saudavel/25_saude+nota+10/
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Alimentação
02 outubro 2015
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Ideias para Fazer Brinquedos Reciclados para as Crianças
Tem muitos objetos como embalagens plásticas, potes, latinhas, caixinhas e tampinhas que vão para lixo, podem muito bem ser transformados em um divertido brinquedo para as crianças. Fazer brinquedos com materiais reciclados é divertido, estimula a criatividade e, além disso, é ecologicamente correto. Veja algumas sugestões encontradas na internet.
Aviãozinho com pregador de roupa e palito de picolé.
Boliche com embalagem de shampoo.
Carrinhos com embalagem de produtos de limpeza.
Barquinhos com embalagem de shampoo.
Casinha para boneca com embalagem de amaciante.
fonte:http://www.painelcriativo.com.br/
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Reciclagem infantil
03 setembro 2015
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Como cuidar dos dentes do meu bebê?
Os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer.
Os bons cuidados bucais começam cedo na vida. Mesmo antes dos dentes do bebê nascerem, existem alguns fatores que podem afetar sua futura aparência e saúde. Por exemplo, a tetraciclina, um antibiótico comum, pode causar a descoloração ou manchas nos dentes. Por esta razão, não deve ser usada por mães que estão amamentando ou mulheres na segunda metade da gravidez.
Como os dentes do bebê geralmente nascem por volta dos seis meses de idade, não há razão para usar os procedimentos padrão da higiene bucal, ou seja, a escovação e o uso do fio dental. Mas, os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer. Entre esses cuidados estão a prevenção das cáries causadas pelo uso da mamadeira e a certeza de que seu filho está recebendo um
a quantidade adequada de flúor.
O que são as cáries de mamadeira e como evitá-las?
São cáries causadas pela exposição freqüente a líquidos que contém açúcar, como o leite, as fórmulas comerciais preparadas para bebês e os sucos de fruta. Os líquidos que contém açúcar se acumulam ao redor dos dentes por longos períodos de tempo, enquanto seu bebê está dormindo, provocando as cáries, que primeiro se desenvolvem nos dentes anteriores, tanto da arcada inferior quanto da superior. Por esta razão, nunca deixe sua criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Ao invés disso, na hora de dormir, dê a ele uma mamadeira com água ou uma chupeta que tenha sido recomendada pelo seu dentista. Ao amamentar, não deixe o bebê se alimentar continuamente. E após cada mamada, limpe os dentes e as gengivas do seu bebê com um pano ou uma gaze umedecidos.
O que é o flúor? Como saber se meu bebê está recebendo a quantidade certa de flúor?
O flúor faz bem mesmo antes de os dentes do seu filho começarem a aparecer. Ele fortalece o esmalte dos dentes enquanto estes estão se formando. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantidade de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você recebe em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que é colocada nela, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), fale com seu pediatra ou dentista sobre as gotas de flúor que podem ser administradas ao seu bebê diariamente. Se você usa água engarrafada para beber e para cozinhar, avise seu dentista ou médico. É possível que eles receitem suplementos de flúor para seu bebê.
Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive.
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Saúde das crianças
26 junho 2015
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8 dúvidas sobre a otite no inverno
A dor de ouvido nos meses mais frios do ano é causada por vírus e bactérias e afeta três em cada quatro crianças até os três anos
O que é otite média aguda?
É a versão mais recorrente do problema. Estima-se que três em cada quatro crianças vão sofrer com o problema pelo menos uma vez até os 3 anos. A infecção se localiza na orelha média, que corresponde à região mais interna do ouvido, depois do tímpano. As principais causas são vírus e bactérias que provocam gripes, resfriados, infecções na garganta ou respiratórias – quanto mais episódios dessas doenças, maiores as chances de a criança ser acometida por uma otite. É por isso que ela acontece nos meses mais frios do ano. A exposição à fumaça de cigarro também é um fator de risco.
Em que idade é mais frequente?
A maioria das crianças tem pelo menos um episódio na infância. Estudos apontam que 60% dos casos de resfriado em bebês de 6 a 12 meses podem virar uma otite média. Depois, a taxa cai para 50% e o risco diminui conforme a criança cresce e o sistema imunológico se desenvolve.
É verdade que amamentar o bebê deitado também causa otite?
Sim. A entrada do leite para o canal que comunica o nariz e a garganta com o ouvido também pode causar a infecção. O ideal é oferecer o seio ou a mamadeira com o bebê em outra posição ou inclinado em 30 ou 45 graus.
Quais são os sintomas?
Dor, febre, diminuição da audição, dor de cabeça, irritação, perda de apetite e secreção local. Entre os bebês, o sinal mais claro é o choro intenso e ininterrupto, até na hora da amamentação. Já as crianças maiores, além desses sintomas, reclamam da dor e costumam levar as mãos até a orelha em que sentem o desconforto.
Dor, febre, diminuição da audição, dor de cabeça, irritação, perda de apetite e secreção local. Entre os bebês, o sinal mais claro é o choro intenso e ininterrupto, até na hora da amamentação. Já as crianças maiores, além desses sintomas, reclamam da dor e costumam levar as mãos até a orelha em que sentem o desconforto.
Pode haver alguma complicação mais grave?
Durante a inflamação, às vezes há presença de líquido na orelha média, o que é chamado pelos médicos de efusão. Quando isso acontece, é possível que a audição fique temporariamente comprometida. O incômodo costuma desaparecer junto com a inflamação – não é comum evoluir para uma surdez permanente.
Como é o tratamento?
Tudo vai depender dos sintomas e da idade da criança. Bebês que ainda não completaram 6 meses precisam de antibióticos. Depois dessa fase, no entanto, medicamentos para aliviar a dor e controlar a febre são suficientes. O uso de antibióticos, aliás, não é recomendado a partir dos 2 anos. Estudos mostram que a evolução para a cura é igual com eles ou sem, porque o sistema de defesa já está desenvolvido.
Como prevenir?
A melhor forma de prevenção é afastar as doenças que podem evoluir para a otite. Vacine seu filho contra o vírus Influenza, da gripe, e o pneumococo – bactéria que causa alguns tipos de meningite, pneumonia, sinusite e, por consequência, inflamação no ouvido. Esses imunizantes são aplicados gratuitamente nos postos de saúde. O aleitamento materno exclusivo até os 6 meses é importante para proteger o bebê dessa e de outras infecções. É recomendável também evitar o contato da criança com pessoas doentes e fumantes.
Como é feito o diagnóstico?
O pediatra examina a membrana do tímpano utilizando um otoscópio, aquele aparelho que ele coloca no ouvido da criança praticamente toda vez que você leva seu filho ao consultório. Em alguns casos, o otorrinolaringologista pode usar aparelhos mais específicos para avaliar a infecção.
Fontes: Berenice Dias Ramos, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da Sociedade Brasileira de Pediatria; Roberto Tozze, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP; Sady Selaimen da Costa, professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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Saúde das crianças
01 junho 2015
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Em seguida, para finalizar a sua peça, você deve colocar dentro da tartaruga, através do corte feito anteriormente, os itens que você quiser, como moedas, pedrarias, pedrinhas ou lantejoulas. E está pronto!
Tartaruga com Garrafa Pet Passo a Passo
Para fazer estas peças tão divertidas você irá precisar de: garrafa pet; tesoura; linha para bordado ou fio grosso com a cor de sua preferência; agulha para bordar; botão comum com a mesma cor da fita escolhida; um pedaço de tapete emborracha de 30 x 30 cm (ou EVA grosso, que é mais barato, da mesma cor da fita que você escolheu); caneta permanente preta; agulha de mão; linha de costura; lantejoulas, moedas ou pedrarias de sua preferência; e molde de tartaruga (imagem a seguir).
Comece transferindo o molde da tartaruga para o EVA escolhido e recortando o fundo da garrafa pet.
Em seguida, assim que estiver com o tamanho condizente com o tamanho da garrafa, recorte o EVA no formato da tartaruga.
Logo após, com o auxílio da agulha para bordado e da linha para bordão, você irá fixar o fundo da garrafa pet na tartaruga de EVA. Para isso você deve passar a agulha com a linha pelo fundo da garrafa, nas reentrâncias, furando o EVA e dando pontos.
Agora, com o auxílio da agulha de mão e da linha de costura, fixe o botão na parte de cima dos fios, prendendo-os todos juntos. Faça os detalhes da tartaruga, carinha e detalhes nas patinhas, com o auxílio da caneta permanente preta e faça um corte pequeno bem na parte central do EVA.
Em seguida, para finalizar a sua peça, você deve colocar dentro da tartaruga, através do corte feito anteriormente, os itens que você quiser, como moedas, pedrarias, pedrinhas ou lantejoulas. E está pronto!
Créditos: http://www.goodshomedesign.com/recycled-plastic-bottles-lovely-turtles/.
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Reciclagem infantil
18 novembro 2014
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8 dicas para um Ano Novo seguro com as crianças
Sol forte, barulho dos fogos, praia lotada, beira da piscina e até alimentos errados. Veja os cuidados que você deve ter para aproveitar melhor a virada do ano
O ano novo pode ser uma ótima diversão para as crianças de todas as idades. Mas é preciso tomar alguns cuidados para que a virada do ano seja tão especial quanto você planejou para toda a sua família. E para começar o ano com o pé direito, confira as nossas dicas para dar tudo certo:
- No dia 31, estenda um pouco a soneca das crianças para que elas aguentem ficar acordadas até a meia noite. Não se preocupe: apenas um dia não é suficiente para desregular os horários dos pequenos, e fugir um pouco da rotina comum vai ser bom.
- A mesma coisa serve para a ceia de ano novo: atrase o lanche da tarde, e caso a criança fique com fome, ofereça a ela comidas mais leves, como frutas e torradas.
- A partir de 2 anos, a criança entende o que são os fogos. Explique que a família vai estar reunida para ver o céu vai brilhar. Fiquem abraçados na contagem regressiva.
- Não é recomendado ficar com os bebês menores de um ano durante a queima de fogos já que o barulho pode incomodá-los. Uma formar de proteger o ouvido é com o uso dos protetores auriculares.
- Cuidado com a alimentação dos bebês: fique de olho caso outras pessoas tentem dar comidas diferentes para os pequenos, principalmente os menores de 1 ano. Alimentos como frutos do mar e carne de porco estão fora de questão, já que o intestino dos bebês ainda não está maduro o suficiente, fazendo com que eles passem mal.
- Sempre ofereça líquidos como água, sucos e água de coco. Na época de muito calor, é comum que as crianças fiquem desidratadas.
- Com as crianças mais velhas, que adoram ver os fogos, nunca deixe que elas fiquem muito próximas ao local de lançamento. As famílias que passam o ano novo na praia, ou em lugares com multidões precisam ficar de olho e nunca tirar as crianças de vista.
- Nos hospitais, ocorrências com acidentes na beira de piscina, desidratação e queimaduras de sol são comuns nesta época do ano. Portanto, cuidado redobrado, principalmente se a criança ainda não aprendeu a nadar. E nunca se esqueça de passar protetor solar e reaplicar a cada duas horas.
Fonte: Lucília Faria, pediatra, coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês (SP)
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Saúde das crianças
18 junho 2014
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Mamadeira e chupeta: 4 passos para seu filho largar os bicos de vez
Tirar o hábito da chupeta e da mamadeira do seu filho – que foi um dia algo tão útil e acalentador – pode ser encarado com uma batalha sofrida para você e para ele. Mas não precisa ser assim.
De modo geral, é costume tirar a chupeta e a mamadeira a partir de 1 ano e meio e até os 3. Fazer isso pode representar uma perda para a criança – mas ela tende a sofrer menos do que os pais, que ficam morrendo de pena do filho. Não precisa ser assim. É possível vencer essa batalha em quatro passos – e poucas lágrimas de ambos os lados!
1. Assuma, seu bebê cresceu
Essas pequenas transições soam aos pais como uma perda. Sinais de que seu filho vai se entregando ao mundo, ou seja, que vai tornando “menos seu”. Racionalmente pode não fazer sentido, mas, emocionalmente, aceitar o crescimento da criança é a primeira batalha a se vencer. De fato, a chupeta está bastante associada à fragilidade do bebê, representa a necessidade dos cuidados dos pais. Enquanto a mamadeira tem o mesmo simbolismo do peito, no sentido de dar conforto e segurança. “Tirar esses hábitos não devem ser encarados como perda, pois não tem nada de prejuízo. É, sim, um benefício à criança. E, na verdade, a vida toda vai ser assim, com os pais mostrando ao filho o que ele ganha ao crescer”, diz Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP). E nada de ficar com pena! “Por que na hora de trocar a fralda pela cueca é bacana e trocar a mamadeira pelo copinho não? É o mesmo tipo de desenvolvimento”, diz Sandra de Oliveira Campos, médica do Departamento de Pediatria da Unifesp.
2. Vá aos poucos, mudanças acontecem gradativamente
Tanto a chupeta quanto a mamadeira devem ser tiradas aos poucos. Há especialistas que defendem que isso aconteça ao mesmo tempo, mas depende do que a família estiver vivendo. “Não seria muito bom, por exemplo, ser junto com o fim das fraldas, entrada na escola ou a chegada de um irmão”, afirma Luiz Guilherme Florence, pediatra e coordenador do grupo de estudos sobre desenvolvimento do Hospital Albert Einstein (SP). No caso da chupeta, o ideal é que, de início, seu uso se limite aos horários de dormir (inclusive as sonecas, sempre tentando retirar da boca da criança assim que o sono estiver mais pesado) ou quando a criança estiver diante de um grande estresse. Ou seja, sem essa de chupeta pendurada na roupa, na hora de brincar ou na cadeirinha do carro. Depois, é limitar para o sono da noite, até que venha o combinado de jogá-la fora.
Com a mamadeira, a primeira atitude é acabar com a mamada da madrugada – que, na verdade, nunca deveria ter existido. “Aquela ideia de quando o bebê chora no meio da noite é fome não é verdadeira. A partir dos 3 meses, a criança já não tem essa necessidade”, diz Luiz Guilherme. A segunda é introduzir o copo de transição para água e suco. Depois, usá-lo para dar o leite do lanche da tarde, se ele existir. Então, a mamadeira que sai é a da manhã, introduzindo a criança ao hábito completo do café da manhã (se for com os pais, melhor ainda!). Por último, a da noite. Isso tudo, claro, sempre alinhando com o pediatra a quantidade necessária de leite que deve ser ingerida pela criança.
Tanto a chupeta quanto a mamadeira devem ser tiradas aos poucos. Há especialistas que defendem que isso aconteça ao mesmo tempo, mas depende do que a família estiver vivendo. “Não seria muito bom, por exemplo, ser junto com o fim das fraldas, entrada na escola ou a chegada de um irmão”, afirma Luiz Guilherme Florence, pediatra e coordenador do grupo de estudos sobre desenvolvimento do Hospital Albert Einstein (SP). No caso da chupeta, o ideal é que, de início, seu uso se limite aos horários de dormir (inclusive as sonecas, sempre tentando retirar da boca da criança assim que o sono estiver mais pesado) ou quando a criança estiver diante de um grande estresse. Ou seja, sem essa de chupeta pendurada na roupa, na hora de brincar ou na cadeirinha do carro. Depois, é limitar para o sono da noite, até que venha o combinado de jogá-la fora.
Com a mamadeira, a primeira atitude é acabar com a mamada da madrugada – que, na verdade, nunca deveria ter existido. “Aquela ideia de quando o bebê chora no meio da noite é fome não é verdadeira. A partir dos 3 meses, a criança já não tem essa necessidade”, diz Luiz Guilherme. A segunda é introduzir o copo de transição para água e suco. Depois, usá-lo para dar o leite do lanche da tarde, se ele existir. Então, a mamadeira que sai é a da manhã, introduzindo a criança ao hábito completo do café da manhã (se for com os pais, melhor ainda!). Por último, a da noite. Isso tudo, claro, sempre alinhando com o pediatra a quantidade necessária de leite que deve ser ingerida pela criança.
3. Programe-se. É você quem vai controlar o tempo
Quanto tempo vai demorar até seu filho esquecer os bicos? Difícil prever, mas não passar de um mês seria um ótimo limite. Também é importante não “sequestrá-los”, ou seja, tirá-los quando a criança não estiver olhando, pois ela deve participar do processo. “Os pais têm de dizer que estão indo guardar a chupeta ou deixar a criança guardá-la – e sempre em um local que ela tenha acesso”, diz Christine Bruder, psicanalista e idealizadora do berçário Primetime Child Development, em São Paulo. Também é importante que a mudança tenha uma meta na reta final, algo que motive seu filho a se esforçar. Pode até ser um combinado relacionado a alguma data importante ou acontecimento, como adiantar um presente que a criança esteja esperando.
4. Resista, ele vai pedir
Seu filho pode realmente aceitar o fim da era das chupetas e mamadeiras com extrema boa vontade, demonstrar que compreendeu a passagem e parecer feliz. Mas, na hora do aperto... sim, ele pode regredir e pedir. É aí que os pais mais têm que se mostrar firme. Não ceda. Se tirou a mamadeira da água, por exemplo, não volte atrás. Continue com a rigidez a cada etapa da mudança. Seu filho já não está usando bicos? Para essa fase final, o pediatra Alessandro Danesi tem uma dica: “Tire todas as mamadeiras e chupetas da casa, para não correr o risco de amolecer e ceder”.
Tática de guerra
Você seguiu os quatro passos direitinho, mas seu filho dá sinais de sentir muita falta dos bicos. Saiba como se blindar contra as situações que poderão aparecer e onde achar aliados para essa batalha:
Inimigo nº 1: o dedo
Seu filho desistiu da chupeta, mas descobriu que pode chupar o dedo. Nada de pânico. O primeiro conselho é ignorar quanto pode, sempre chamando a atenção da criança para outra coisa. Sabe aquilo do “se contrariar vai parecer ainda mais gostoso”? Pois vale aqui também. Ocupar a mão da criança com brinquedos é também uma ótima saída.
Tiro pela culatra
Tudo bem usar a imaginação para convencer seu filho a largar o bico, mas cuidado para não criar traumas ou estigmas. Aquela tática de falar “usar chupeta é feio” só vai piorar as coisas. Até porque a criança não vai se sentir estimulada a deixar o hábito por causa disso – e a consequência pode ser um estresse ainda maior. E nada de “mamadeira é coisa de bebê” assim, em tom pejorativo: se precisar se referir a isso, opte sempre para o lado positivo, mostrando quanto é bacana crescer e alcançar novas conquistas e aprendizados.
Arsenal escolar
Estar na escola pode funcionar como uma “torcida organizada”. Por ter os amigos na mesma “luta”, há os que podem servir como exemplo, além de ser um ambiente em que a criança tem outras distrações e estímulos (inclusive o de aprender novas formas de lidar com as frustrações sem recorrer aos dois acessórios). Agora, se seu filho for maior de 1 ano e meio e a escola não estiver estimulando o fim dos bicos, vale ter uma conversa com os educadores.
Golpe final
Seu filho desistiu do bico, mas ainda reclama de vez em quando. Experimente “esquecer” a chupeta ou mamadeira, no melhor estilo “sem querer querendo”. É aquela coincidência de ir viajar ou fazer um super passeio e deixar a chupeta em casa. Não, a criança não precisa saber que a farmácia está lotada delas (e, muitas vezes, ela não está mesmo interessada em uma nova). Assim será uma ótima chance de você e seu filho lidarem com a situação.
Cristiane Rogerio - Revista Crescer
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Pais e Filhos
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20 abril 2014
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Como Fazer Trenzinho com Material Reciclado
Materiais Necessários: caixinha de leite ou suco, rolinho de papel higiênico, caixinha de creme dental, papelão, palitos de churrasco, tampinhas de garrafa pet, cola quente, tesoura e tinta PVA (opcional).
Como Fazer:
Recorte com a tesoura a caixinha de leite ao meio e recorte quatro janelinhas, sendo duas na frente e duas na lateral da caixinha. Com um pedaço de papelão, recorte um círculo, no tamanho suficiente para tampar um dos lados do rolinho de papel higiênico.
Com a cola quente comece a montar o trenzinho. Cole primeiro em um pedaço de papelão, a caixinha de leite e o rolinho de papel higiênico. Na parte de baixo do trem, cole a caixinha de creme dental.
Para fazer as rodinhas do trem, fure com ajuda de um prego e martelo, no meio de cada tampinha pet e encaixe o palito de churrasco. Em seguida, cole-os no trenzinho.
Quem quiser pode pintar o trenzinho com tinta PVA ou pode pintar junto com as crianças com tinta guache.
fonte: http://www.painelcriativo.com.br/
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Reciclagem infantil
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PALPITES DE AVÓ NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS
Quem é mãe sabe como é difícil ter que lidar com palpites quando o assunto é a educação dos filhos. As amigas, as tias e até a babá, todo mundo tem algo a dizer, uma opinião pra dar.
Mas o que fazer quando esta intromissão vem da avó da criança? Como fazer para dizer à sua mãe (ou pior, à sogra), que você sabe o que está fazendo?
Ao invés de travar uma batalha em torno da criação do baby, o melhor que pais e avós têm a fazer é unir forças em prol deste único objetivo. "É importante que os pais escutem o que seus pais e sogros têm a dizer, além de agradecer a ajuda e falar que pensará a respeito. Os pais devem escutar e, quem sabe, até seguir alguma ideia, afinal pode ser uma boa ajuda mesmo. Muitas vezes uma relação já desgastada faz com que os pais não escutem mais, perdendo algumas dicas preciosas" comenta Roberta.
Mas o que fazer quando esta intromissão vem da avó da criança? Como fazer para dizer à sua mãe (ou pior, à sogra), que você sabe o que está fazendo?
A psicóloga Silvia Malamud ensina que a melhor maneira de dizer às avós da criança que você não quer interferências na educação é partir do princípio do respeito, antes de qualquer coisa. E, quando vir algo de invasivo ou distante da educação que queira dar aos filhos, tente evidenciar as desiguais condutas e, claro, as diferenças que existem do mundo atual para o mundo e a cultura em que as avós viveram. Fácil? Não, né...
É preciso lembrar sempre que os mais velhos têm sim mais experiência e, consequentemente, maior tranquilidade para lidar com as crianças, principalmente os pequenininhos. E mais, a ajuda extra (e de confiança) pode ser divina. Mas é supernecessário estabelecer limites, mostrar que os papéis mudaram - e que a mãe agora é avó.
E se já é difícil quando a avó em questão é a sua mãe, o que fazer quando se trata da amadasogra? "O ideal é que o pai fale! Se ele disser que não gosta, que não quer, preserva a relação da mãe com a esposa. Desde que ele concorde com o que a mulher diz, esse é o caminho mais adequado" ensina a terapeuta familiar Roberta Palermo.
Ela e Silvia concordam que se os pais tiverem uma postura firme, no que diz respeito às regras, não haverá problema se as avós paparicarem demais os netos, afinal não há nada melhor que mimo de avó. "É importante que avós sejam avós, ou seja, não tenham a responsabilidade de educar e sim de fazer coisas gostosas, que incluem comer um pedaço de bolo faltando cinco minutos para a hora do almoço," exemplifica Roberta.
Há casos específicos em que a convivência com os segundos pais são de extrema importância, como quando as crianças passam pelo trauma da separação dos pais. "Quando acontece uma ruptura como divórcio, as avós podem dar este importante suporte emocional de amparo e continuidade afetiva, até que o novo momento se estabilize", pondera Silvia. Ela lembra que muitas avós, sobretudo idosas, também precisam de atenção especial. Não se deve atribuir a elas a responsabilidade de educar as crianças, mesmo quando elas insistem em interferir!
O que é comum hoje, já que a família brasileira mudou, é todos morarem juntos, pai, mãe, filhos, avós, sogra. E, para que esta convivência não se torne um transtorno familiar, alguns cuidados devem ser tomados. "Para resolver essa bagunça, nada melhor que o diálogo", sugere Roberta. "Quem manda são os pais e, por mais que não estejam sempre em casa, devem dizer como querem que se realizem as tarefas. Dessa maneira, há mais chances de organizar a casa".
As famílias não são iguais, portanto não há fórmula que defina melhor essa relação. O importante é não deixar de conversar, dizer o que pensa. Se perceber que a mãe ou sogra está dominando os cuidados do filho ou diz que você não faz nada direito, abra o jogo sobre como se sente. Basta não se esquecer da delicadeza e do respeito, agradecer a ajuda e lembrar que, mesmo que erre, a responsabilidade pelas decisões com relação aos filhos agora é sua.
Por Bianca de Souza (MBPress)
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Pais e Filhos
21 abril 2013
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Proteja seu filho das doenças típicas do outono com dicas de especialista
Espirros e dores de garganta não são os únicos incômodos. Infecções também perturbam os pequenos
Ainda que aquele friozinho gostoso de outono não tenha chegado para valer, é importante saber que a época marcada pelas baixas temperaturas oferece aos adultos e, principalmente às crianças, uma série de riscos de contrair doenças respiratórias. Além disso, dores de ouvido e inflamações da garganta também aparecem com frequência.
O DaquiDali conversou com Simone Aguiar, pediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, para saber, inicialmente, qual a real diferença entre gripe e resfriado. “O resfriado é uma infecção mais simples que a gripe, na maioria das vezes causada pelo rinovírus. Os sintomas são: coriza, voz rouca, febre baixa, dor no corpo, dor de cabeça e diminuição do olfato. A gripe é uma doença mais séria, pode ser grave e levar à pneumonias e, eventualmente, ao óbito. Ela apresenta os mesmos sintomas do resfriado, porém com maior intensidade”.
Se existe um tratamento específico para esses males, a pediatra afirma que não. “Tanto a gripe como o resfriado são doenças causadas por vírus e por isso devem ser cuidadas com sintomáticos, como antitérmicos e analgésicos, assim como uma boa alimentação e hidratação. O processo é autolimitado, dura de três a quatro dias. Após esse período, caso não tenha melhora, a criança deve ser levada ao seu pediatra para uma avaliação quanto à possibilidade de uma infecção secundária, como por exemplo, pneumonia, amigdalite e ou otites”, explica a médica.
Os principais sintomas das doenças mais comuns do outono, segundo a pediatra:
Resfriado: coriza, febre baixa, dor de cabeça e rouquidão;
Gripe: dor de cabeça, calafrio, dor de garganta, febre elevada e sudorese
Outras doenças
Asma: crises de broncoespasmo, caracterizada por tosse, dispnéia, sibilância e dor torácica;
Bronquiolite: complicação nos lactentes pós-resfriado, caracterizada por febre baixa, dispnéia, hipersecreção pulmonar e sibilância, na maioria das vezes causadas pelo vírus sincicial respiratório;
Rinite: coriza, espirros, coceira no nariz e nariz entupido;
Sinusite: dor de cabeça na testa ou entre os olhos.
Tratamentos e prevenções
Uma das melhores formas de prevenção para os males do frio é preferir locais arejados, abrir janelas em ônibus, metrô ou outros pontos de aglomeração e deixar o filtro do ar condicionado sempre limpo. “Nessa época deve-se evitar locais fechados”, diz a doutora Simone. Ela também frisa que ter uma alimentação rica em vitaminas e nutrientes é fundamental para o aumento da imunidade da criança. Por isso, neste período, vale investir em um cardápio com frutas, verduras, cereais, carnes e peixes.
Ações de higiene também são importantes, portanto, antes de qualquer refeição, ou todas as vezes que precisar, não se esqueça de lavar sempre as mãos. Quando isso não for possível, aplique uma pequena quantidade de álcool gel para eliminar as bactérias, ensina a especialista.
Para uma prevenção ainda mais eficaz contra a gripe, a médica indica a vacina. “É eficaz e deve ser tomada anualmente". Para outras doenças, a doutora indica o acompanhamento de especialistas. "Asma e da rinite, doenças hereditárias que podem apresentar períodos de agudização (quadro agudo) nessa época, devem ser acompanhada para tratamento de prevenção, com uso de medicações profiláticas, quando indicado”, diz. Aurora Aguiar
fonte:http://daquidali.com.br/conversa-de-mae/ - perkmeup/ Stock Photo
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